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Quarta-feira , 03 de Fevereiro de 2010

.:: QUANTA HUMILHAÇÃO ::.

 

Ou sobre como se auto-constranger no supermercado: 

- Moço, você sabe aonde eu acho gel?

- Álcool em gel ou gel de cabelo?

- Gel lubrificante...

 

(Silêncio)

 

Dedicado à Severina.


Escrito por garçom às 16:34:58
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Sexta-feira , 22 de Janeiro de 2010

.:: MAGRO DE RUIM ::.

E quando você jura que já ouviu de tudo nessa sua vida miserável, chegam dois viados no seu trabalho pra animar a noite:

- Bicha, como ce tá magra!

- Gostou? To fazendo a dieta da Leila Lopes.

- Como assim? Tá se matando de malhar?

- Não, querido. To tomando veneno de rato.


Escrito por garçom às 14:36:43
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Domingo , 29 de Novembro de 2009

.:: AQUI ME TENS DE REGRESSO ::.

 

Olha, eu sei que eu ando meio sumido. O restaurante está jogado às traças e, com ele, as nossas saborosas refeições.

 

Mas ó, não abandonei vocês não. É que cuidar de blog, novo orkut, facebook, twitter, wave e farmville ao mesmo tempo não é das tarefas mais fáceis - isso sem falar nos e-mails e no msn sagrado de cada dia. Overdose virtual é o novo preto. Ainda bem que eu não sei jogar poker e a zynga ainda não inventou o botecoville, senão nem emprego e marido eu tinha mais.

 

De novidades nada de muito emocionante. Amanhã, depois de, sei lá, uns oito anos, eu saio de férias. Ainda não sei direito o que vou fazer pra matar o tempo, mas a dois meia nove é sempre uma boa opção. Se bem que, depois dessa tal lei antifumo, a sauna deve ter perdido metade da graça. Sei lá. Sugestões na caixa de comentários, por favor.

 

A boa notícia é que o carnaval taí de novo e as minhas malas só não estão prontas ainda por que nem malas eu tenho mais. Quer dizer, até tenho, mas elas estão cheias de roupas e tralhas por causa da mudança. Mudança que, aliás, ocorreu há quase seis meses atrás. Detalhes, detalhes.

 

Enfim, estou de volta. Tieta voltou pro agreste.


Escrito por Garçom às 20:47:40
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Sexta-feira , 21 de Agosto de 2009

.:: SÓ FALTA CHATO ::.

 

Esses dias eu resolvi dar mais um passo na longa estrada da humilhação pública que é a minha vida e adquiri caspa. Isso mesmo, caspa. Aquela sujeira branca que cai da sua cabeça sobre a sua roupa preta nas horas mais inadequadas e te deixa parecendo um boneco de neve. CAS-PA.

 

E caspa é que nem mau hálito, né? Garantia absoluta de constrangimento. Uma coisa que todo mundo tem pelo menos uma vez na vida, mas pouca gente admite. Mais ou menos que nem vontade de dar a bunda - guardadas as devidas proporções.

 

Enfim. Não é uma coisa assim que se diga “nossa, quanta caspa ele tem!”, mas é sempre algo desagradável e eu precisava tomar uma atitude.

 

E daí que no começo da semana eu resolvi dar um pulinho na ultrafarma *a farmácia do pobre feliz* pra comprar um remédio:

 

- Pois não?

- Tem xampu anticaspa?

- Tem sim. Tenho um que é bárbaro.

- É bom mesmo?

- Ô. Mata a caspa em uma semana.

 

Oi? Como assim MATA a caspa? Caspa é coisa viva e eu nem sabia? Vivendo e aprendendo, Brasil.

 

E olha, longe de mim fazer fofoca, mas nem balconista a moça era, era farmacêutica. Formada sabe-se lá onde. E daí você já imagina porque a ultrafarma vende tão barato, né?

 

Mas eu não tinha outra escolha, acabei levando o tal remédio. Se o negócio mata coisa que nem viva é - pensei - deve ser realmente eficiente.

 

Mas o que importa é que o xampu realmente funcionou, e agora eu não tenho mais nenhuma caspinha viva sobre a minha cabeça. Todas devidamente intoxicadas e assassinadas, e agora eu vou poder sambar e sacolejar o cabelo amanhã na praça roosevelt sem medo de ser feliz.


Escrito por Garçom às 16:45:39
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Segunda-feira , 10 de Agosto de 2009

.:: PEGA LADRÃO ::.

 

No último sábado eu acordei norminha e resolvi dar uma escapulida de casa, porque nem só de união estável vive o homem. Dei leite quente com canela pro marido e rumei para mais uma aventura carnavalesca na longínqua e promíscua estância alto da serra, pra curtir o asa country (joga no google).

 

Enfim. Nada demais. Micareta é aquela coisa de sempre. Mas a minha vida é aquela piada que vocês já conhecem, e eu consigo transformar um evento aparentemente comum em um capítulo final de novela das oito. Chegando lá, o meu maior temor se confirmou. Uma faixa com letras garrafais advertia que não seria permitida a entrada no recinto com maços de cigarro. Oi? Cigarro virou droga e ninguém me avisou?

 

Cara, eu fico indignado com essas coisas. Comecei a gritar e protestar e neguinho jogando maço cheio na lata de lixo, sem falar nada. Esse povo não é fumante de verdade. Se Nair Bello estivesse viva e fosse micareteira, certeza que ela estaria ali fora me dando apoio e protestando comigo. Certeza.

 

A minha primeira idéia foi a de curtir o show todo do lado de fora, de olhinhos fechados e marlboro light na boca, porque mais vale um cigarro acesso na mão que um maço apagado na lata de lixo. Depois achei que, já que tinha gastado uma grana considerável com o abadá, talvez seria uma boa fumar os dois maços em meia hora pra matar a vontade e entrar de uma vez e curtir o evento. Só depois me ocorreu que cigarro e sexo não têm efeito cumulativo, não ia resolver. Por fim, eu tive uma terceira idéia, e consegui entrar com os maços de cigarros escondidos de uma forma tão humilhante que a pouca compostura que me resta me inibe de revelar aqui. Os fins justificam os meios e é o que basta.

 

A coisa teve todo um charme especial. Eu me senti um verdadeiro criminoso fumando escondido pelos cantos do recinto. E rolava até um tráfico no banheiro, tinha um cara vendendo cada cigarro por cinco reais, e o povo se estapeando pra comprar. Papelão.

 

Tudo corria bem até que, no meio do show, na melhor parte, eu me empolguei e levantei a mãozinha pra fazer a dança do vampiro e o segurança viu o cigarro aceso na minha mão e veio arrumar encrenca. Era o meu ÚLTIMO cigarro e eu não pensei duas vezes. Saí correndo tal qual uma travesti fugindo da polícia, tropecei e caí. Foi cerveja pro lado e dignidade pro outro, mas o cigarro da minha mão ninguém tira e eu só levantei depois do último trago.

 

Resultado dessa sensacional aventura: pé fraturado, joelho ralado e tarde de domingo no hospital. Dignidade, a gente se vê por aqui.


Escrito por Garçom às 14:13:36
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Terça-feira , 28 de Julho de 2009

.:: PRATO RÁPIDO ::.

 

Olha, eu juro que não abandonei vocês. Nem peguei gripe suína, apesar de ter fornicado trocado idéias com argentinos quase que durante todo o mês de julho. O restaurante está às traças, eu sei. O blog comemorou três anos mês passado e eu sequer tive tempo de trocar esse template vagabundo, como eu faço todo ano pra comemorar. Não aguento mais olhar pra esses vidros de azeite sem pensar nos potinhos de exame de urina do delboni.

 

Mas enfim, algumas mudançazinhas estão tomando o meu tempo bem mais do que eu queria. Por ora, só posso revelar que eu estou virando a casaca e mudando da Rua Augusta, coisa que eu prometi jamais fazer no meu último post. Isso só demonstra que pessoa confiável e centrada eu me tornei.

 

A boa notícia é que eu estou de mudança para um lugar, digamos, mais requintado e aconchegante. A má notícia é que na região não tem putas e travestis, então doravante eu vou precisar, a contragosto, restringir um pouco o meu círculo de amizades.

 

Mas a gente se adapta, a gente se adapta.


Escrito por Garçom às 01:05:26
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Segunda-feira , 06 de Julho de 2009

.:: SUNDAY GLORY SUNDAY ::.

 

Ontem à noite o casal gay que mora no andar de cima do meu apartamento teve a brilhante idéia de dar uma festa de arromba pra comemorar sei lá o que. Isso mesmo, uma festa de arromba num DOMINGO. Nove da noite e Lady Gaga na vitrolinha no último volume.

 

Até aí tudo bem porque se tem uma coisa que não me incomoda é música alta e viado circulando pelos corredores e prazer, meu nome é Garçom e festa é meu sobrenome.

 

Mas calma que agora vem a parte engraçada. O casal gay teve a sacada genial de contratar um travesti pra ficar de hostess no hall de entrada do prédio, cara. Sério. Eu desci e tinha um travesti de vestido dourado sentado num banquinho com uma prancheta na mão selecionando os convidados na portaria. Juro.

 

E como a minha vida é uma grande piada, eu desci pra comprar cigarros e, na volta, o travesti perguntou se meu nome tava na lista. Oi?

 

Rua Augusta, eu nunca vou te abandonar.


Escrito por Garçom às 13:00:51
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Sexta-feira , 26 de Junho de 2009

.:: DESBRAVANDO O TWITTER ::.

 

Porque blog é uma coisa tãooooo last season. 

https://twitter.com/mesapratres


Escrito por Garçom às 16:10:58
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Terça-feira , 16 de Junho de 2009

.:: PARADA LGBTXYZ 2009 ::.

 

O final de semana da parada gay é sempre uma sucessão de equívocos. Todo ano é a mesma coisa: eu fico empolgado, me preparo dias antes e, inevitavelmente, chego à conclusão de que a parada é um dos eventos mais horrorosos do calendário cristão. Tanta gente feia reunida, gente, uma coisa de dar medo. Três milhões e meio de viados, três milhões e meio de lenços palestinos. Um horror.

 

Minha mãe costumava dizer que quando uma coisa é muito feia, é mais feia que mudança de pobre. Eu diria que a parada gay é uma mudança de pobre de carroça na chuva. Visualizou?

 

Mas enfim, esse ano eu recebi em casa as delegações do pessoal de Minas e de Osasco, uns queridos. E mesmo cercado de gente feia e mal vestida por todos os lados, fomos todos para a avenida dispostos a nos divertir. Porque né, não importa se é pato ou se é pata, eu quero é ver botar o ovo.

 

Desde a semana passada eu havia planejado e ensaiado as regras do meu já tradicional campeonato solo de beijos na avenida, e esse ano eu até criei uma tabela de pontos para não me confundir. O campeonato anual - em que eu sempre disputo comigo mesmo - funciona mais ou menos assim: beijar gay feio vale dez pontos, gay médio vale vinte pontos e gay bonito vale trinta pontos, deixando claro que o enquadramento da beleza nas categorias “feio”, “médio” e “bonito” fica sempre sob meu exclusivo critério (um dos mais duvidosos do mundo). Beijar heterossexual vale 50 pontos, se for casado vale 100. A pontuação dobra automaticamente se o indivíduo for de outro estado e triplica se for de outro país. Travesti só conta ponto se for operado e assim por diante, a pontuação aumenta conforme aumenta a dificuldade da tarefa. A meta era vencer a mim mesmo e bater os 2.500 pontos do ano passado.

 

Eu já estava empolgadíssimo e imaginava que a parada seria um sucesso absoluto de público, tendo por parâmetro o megaevento que foi a caminhada lésbica no dia anterior. Parênteses: gente, eu não sabia que tinha tanta lésbica no mundo, juro. Uma amiga me chamou para ir nessa tal caminhada lésbica, e eu - que não gosto nem de lésbica nem de caminhar, mas adoro um constrangimento coletivo - resolvi comparecer. Foi muito cultural e tals, uma formula truck revisitada, se é que você me entende. Fecha parênteses, voltemos à parada.

 

Já na primeira meia hora de avenida, imbuído do mais voraz espírito competitivo, angariei seiscentos pontos. Uma hora e três garrafas de jurupinga depois, eu resolvi inovar e inventei umas novas regras envolvendo estaturas e próteses de silicone, o que me rendeu alguns pontos extras em um tempo recorde - um grupo de amigos solidários ia anotando tudo e comemorando comigo cada ponto alcançado, todos visivelmente emocionados.

 

Antes mesmo de descer a consolação eu já estava prestes a bater a meta, e daí que no meio de tanta gente feia e mal diagramada eu conheci um mexicano que era uma graça e ele queria porque queria me beijar e me levar com ele pra Acapulco. No começo o meu coração ficou dividido: beijar o moço e correr o risco de pegar a gripe do porco ou angariar uma infinidade de pontos em uma tacada só, porque o cara era casado e lindo e praticamente um anão, além de ser estrangeiro e estrangeiro valer o triplo. Voilá: o espírito competitivo venceu o instinto de sobrevivência.

 

E hoje eu acordei com um pouco de febre.


Escrito por Garçom às 17:20:22
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Segunda-feira , 15 de Junho de 2009

.::  JOGO DO BICHO ::.

 

Da série “diálogos de corpus christi”.

 

- Ai, sabe o que é? Ele é muito grudento.

- Sério?

- Sério. Pegajosíssimo.

- Deve ser o signo. Que signo ele é?

- Sei lá. Abril é o que? Carrapato?


Escrito por Garçom às 14:32:07
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Sexta-feira , 12 de Junho de 2009

.:: PENSAMENTO DO DIA ::.

 

Melhor passar um dia dos namorados sozinho que um carnaval namorando. E tenho dito.


Escrito por Garçom às 17:30:27
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Segunda-feira , 01 de Junho de 2009

.:: CUIDADO COM A TRAVA ::.

 

Na semana passada eu tive um surto psicótico e achei que era uma boa expor a minha alva e distinta figura no Playcenter. Botei a minha roupa mais simplesinha, angariei alguns amigos igualmente corajosos e desocupados e montamos caravana rumo à longínqua cercania da Barra Funda.

 

A primeira aventura do dia foi constatar que o surto psicótico tinha sido coletivo. Toda a população destemida da Grande São Paulo foi acometida da mesmíssima idéia errada, e o parque estava mais cheio que puteiro em feriado. A diversão estava garantida, enfim.

 

É engraçado notar como as pessoas em geral se comportam em um parque de diversões. Todas gritam e se sacodem que nem lombriga no álcool. Todas, invariavelmente, se sentem satisfeitas em gastar o salário do mês e enfrentar horas e horas de fila para se jogar de vinte metros de altura ao som de Rihanna. É um comportamento digno de estudo e admiração.

 

Mas, de uma maneira geral, eu diria que foi um passeio razoável. Parque de diversões é sempre bom. O pior dia no parque é melhor do que o melhor dia de trabalho - assim como o pior pênis é melhor do que a melhor vagina, já alertava meu sábio amigo Kiko.

 

Uma coisa que me chocou - sim, existem coisas que ainda me chocam - foi a quantidade de bichinha adolescente naquele lugar. Eu tava quase achando que tinham mudado no calendário o dia do Gay Day, porque olha, nem na Benedito Calixto em dia de sol quente devia ter tanto viado junto. E acho que a coisa já virou meio oficial, porque todos os brinquedos tocavam música eletrônica de viado - inclusive o Samba, que ironia. Enfim, a única explicação que me ocorre é a proximidade geográfica com a Blue Space, uma coisa do tipo “vamos ao Playcenter e esticamos na Blue pra economizar o bilhete de metrô.”

 

Olha, longe de mim me apegar a essas coisas de beleza, sabe? Mas eu finalmente entendi a expressão “bichinha playcenter”, utilizada para designar os mais variados espécimes de pederastas suburbanos - do pão-com-ovo de chanel franjado ao mais recente e antenado calça-cenoura.

 

Só eu imagino um travesti acrobata selvagem cada vez que um funcionário grita que não pode mexer na trava, que é para levantar a trava, subir a trava, descer a trava?


Escrito por Garçom às 12:41:40
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Segunda-feira , 11 de Maio de 2009

.:: SOBRE COMO IR AO MOTEL E LEVAR FUMO ::.

 

Gente e essa lei seca do cigarro hein? Foi publicada na última sexta-feira no diário oficial. Em resumo, a partir do dia 6 de agosto de 2009, ninguém mais poderá fumar em praticamente lugar nenhum, com algumas óbvias exceções do tipo dentro de casa e do próprio carro - no melhor estilo ‘se for dirigir não beba, só fume’.

 

Eu tenho muita coisa pra falar sobre o cigarro. Tenho teses absolutamente convincentes tanto contra quando a favor do tabaco. Eu convenceria o Serra a começar a fumar hoje mesmo se eu quisesse (cara de fumante ele já tem). Enfim.

 

Fumante que sou há longos quinze anos, soa um pouco tendencioso falar dessa porra dessa lei. Não sei se sou contra ou a favor dela, ainda não tenho uma opinião formada. Mas tenho muita coisa pra falar do cigarro. O cigarro mata, óbvio. Faz mal pro corpo, mas faz bem pra alma, já dizia minha sábia avó.

 

Se tem uma coisa que eu não suporto nessa vida, pior do que não-fumante, é ex-fumante. Não existe pior caráter do que o do ex-fumante, já alertava Mário Prata.

 

“Fumei durante vinte anos. Mas parei há tempo.”

 

A tempo de quê? De encher o meu saco?

 

Olha, eu sempre fui um fumante chato. Desses que fumam mas não gostam de ninguém fumando por perto, sabe? Fumaça de cigarro me incomoda quando eu não estou fumando. Exatamente por isso, e por alguns outros motivos de saúde coletiva, eu sou um pouco - eu disse um pouco - a favor dessa lei. Mas sabe, algumas coisas nessa lei me incomodam bastante.

 

Eu juro que li e reli a lei umas duzentas vezes, e muita coisa me pareceu bem ambígua e mal redigida. A lei, se levada ao pé da letra, por exemplo, veta qualquer pessoa de fumar embaixo de um guarda-chuva - mesmo que esteja na rua.

 

E dentro do motel pode, que coisa. Um lugar que sempre foi dedicado ao vício, não é mesmo?

 

“- Canalha, você foi visto saindo daquele motel.”

“- Mas amor, eu só fui fumar um cigarrinho...”

 

Bom, se dentro do motel pode, pode dentro da sauna também, por analogia? Não que eu frequente, longe de mim, mas como tem muito leitor aqui do blog que vai, se alguém puder esclarecer, a caixa de comentários é a serventia da casa. Obrigado.

 

Ai, tantas dúvidas.

 

E ontem eu ouvi alguém dizer que a proibição não se aplica aos presídios. É, faz sentido. Se o preso não puder fumar lá dentro, vai fazer o que? Oi, vou dar um trago ali na calçada e já volto? Não.

 

Agora fico eu aqui pensando nessa coisa de cadeia. Um lugar cheio de homem sem camisa, onde você não faz absolutamente nada, biscateia o dia todo, come de graça, dorme de graça e ainda pode fumar à vontade. Gente, eu quero ser preso. Sério.


Escrito por Garçom às 19:25:28
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Quinta-feira , 07 de Maio de 2009

.:: HUMOR AFRODESCENTENTE ::.

 

[post removido a pedido do GRAAC]

 


Escrito por Garçom às 15:24:05
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Quinta-feira , 16 de Abril de 2009

.:: TREM BÃO ::.

 

Olha, eu queria muito descobrir quem é a boa alma do RH da companhia de Metrô que seleciona os seguranças das estações. Porque tá pra nascer uma entidade de classe com mais homem gostoso por carteira assinada, meldeos.

 

Hoje mesmo tava eu me aventurando no calor e no aconchego do transporte público subterrâneo e contei uns oito ou nove guardas que concorreriam fácil ao disputado cargo de meu cônjuge. E olha que nos últimos tempos, believe or not, eu ando extremamente seletivo no quesito futuro marido - coisas da idade avançada.

 

Fica a dica pra você que tá desocupado no fim de tarde: carrega o bilhete único e sijoga na linha verde.


Escrito por Garçom às 11:44:28
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